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20/06/2017

7 Mitos sobre Discos e Pastilhas de Freio

Existem muitos mitos a respeito dos discos e pastilhas de freio.

Chegou a hora de conferir e desvendar todas essas inverdades que circulam pelas ruas. Confira:


1. DISCOS DE FREIO MOLHADOS AUMENTAM A DISTÂNCIA DE PARADA 

Falso: Os primeiros veículos automotores contavam apenas com freios de tambor, com eles, passar por um ambiente molhado resultava na perda de eficiência dos freios. Isso ocorria devido a baixa ventilação da área interna do tambor, resultando em um acúmulo de umidade no sistema de freio e numa provável parada no seu mecânico para manutenção. 


O desenvolvimento dos freios a disco mudou isto. A melhor ventilação do sistema não permite o acumulo de umidade. Eles ainda contam com a ação da força centrifuga, ou seja, qualquer água que venha a ter contato com o disco é expelida naturalmente pela rotação do disco.


Além disto, em uso normal, a temperatura média do conjunto (disco + pastilha) varia entre 100 a 250ºC o que evapora qualquer umidade residual no sistema.

Então, sem preocupações, seus discos e pastilhas de freio estão a salvo da chuva e poças de água.


2. PASTILHAS DE FREIO PRECISAM AQUECER PARA FUNCIONAR.

Falso: as pastilhas de freio são projetadas para frear com eficácia mesmo em temperatura ambiente.


A qualidade e o desempenho das pastilhas de freio são medidos pela estabilidade do coeficiente de atrito, um índice que mede a fricção gerada em contato com os discos sob diferentes temperaturas. Esta estabilidade é importante porque, ao frenar, transformamos movimento (energia cinética) em calor (energia térmica). Ou seja, o aquecimento do sistema de freios é um efeito natural do processo.


Testes realizados comprovam que as pastilhas de freio FREMAX possuem a maior estabilidade no coeficiente de atrito mesmo em condições severas.



3. O RUÍDO DO FREIO É CAUSADO SOMENTE PELAS PASTILHAS

Falso: O ruído ao frenar está associado à vibração gerada pelo contato entre as pastilhas e o disco de freio, e de como este é transferido/propagado pelo sistema para o veículo como um todo, emitindo ou não um som audível.


Não se trata, portanto, da vibração apenas das pastilhas de freio, mas sim de todos os componentes do sistema, como os discos, buchas, pinos, etc. que resultam no ruído desconfortável comumente chamado de “chiado do freio”. 


Com o objetivo de atenuar ou evitar este ruído, alguns mecânicos, ao substituir as pastilhas de freio, efetuam a “quebra” dos cantos, reduzindo a área de contato entre disco/pastilhas. Esta iniciativa até pode produzir bons resultados, mas também pode causar danos irreparáveis na estrutura da pastilha, e ser a causa de acidentes fatais pelo desplacamento do material de atrito durante o uso normal do freio do veículo.  


A solução para eliminar ou atenuar o ruído, é fazer a manutenção minuciosa de todo o sistema, eliminando folgas, substituindo os componentes desgastados e aplicando pastilhas de freio de qualidade, como as fabricadas pela FREMAX, que possuem placa antirruído, também conhecidas como “shim”, em todo o seu portfólio de produtos. Isso gera frenagens mais confortáveis, com tecnologia de ponta.


4. TODAS AS PASTILHAS DE FREIO SÃO IGUAIS

Falso: Embora a sua função seja a mesma, cada fabricante de pastilha tem liberdade para utilizar na composição do material de atrito os componentes/ingredientes que desejar, resultando em materiais com características físicas e químicas, performance e durabilidade, distintas entre si. 


Em geral, classificam-se as pastilhas de acordo com a matéria-prima base:


A) Orgânicas – Compostas basicamente de celulose e resina fenólica. Coeficiente de atrito satisfatório, boa performance térmica e conforto razoável. Baixa durabilidade.


B) Metálicas - Compostas de ligas metálicas como: latão; ferro e alumínio. Resistentes a altas temperaturas e solicitações mecânicas, consequentemente alto coeficiente de atrito. Oferecem boa durabilidade e eficiência, porém com menor conforto.


C) Cerâmicas - Resistência ao calor e durabilidade a tornam uma excelente escolha para aplicações severas. A cerâmica: óxido de alumínio, boro e o carboneto de silício, são os compostos cerâmicos mais comuns.


E se você é mecânico, temos duas dicas:

- Antes de devolver o veículo ao proprietário, pressione o pedal do freio algumas vezes para posicionar adequadamente as pastilhas sob a superfície do disco do freio. 

- Reserve algum tempo para experimentar as diferentes marcas de pastilhas de freio que instala. Com cada pastilha, execute pelo menos dez frenagens moderadas dirigindo entre 40km/h e 60km/h, em intervalos de 300 metros entre uma frenagem e outra. Em seguida, retire e compare-as. 


5. TODOS OS DISCOS DE FREIO SÃO IGUAIS

Falso: Cada veículo possui o seu modelo específico dimensionado pela montadora. É importante lembrar: o simples fato de um disco de freio conseguir ser instalado no veículo, não significa que ele seja o modelo apropriado.


Diferenças na composição da liga de ferro fundido utilizada na fabricação dos discos, podem contribuir para reduzir ou aumentar ruídos, além de aumentar ou diminuir a vida útil da peça. 


Discos baratos normalmente são de baixa qualidade e, além de comprometer a segurança do veículo, podem acabar fazendo você sentir o efeito no bolso devido a menor durabilidade e/ou a necessidade de retornar ao seu mecânico para refazer a manutenção.


Então fique atento e opte por discos de freio de qualidade ao realizar a manutenção do seu veículo. Toda a linha de discos de freio FREMAX carrega tecnologias únicas, que a diferencia do mercado, e aumenta a vida útil do sistema de freios.


- CARBON+ (mais conforto, segurança e durabilidade)

- READY TO GO (é só tirar da embalagem e instalar)

- PAINTED (protege contra a ferrugem e preserva a estética do veículo)

- STOP & GO (bom coeficiente de atrito desde o início)


6. DISCOS NOVOS PRECISAM DE ACABAMENTO ANTES DE SEREM MONTADOS

Falso: Discos de freios novos já estão prontos para serem instalados.


Exceto se a qualidade da disco for questionável, não há qualquer motivo/razão para usinar o mesmo antes de ser montado no veículo. Se os discos de freio que você está utilizando demandam obrigatoriamente de uma “retífica” antes de serem montados, você deve mudar de fornecedor com urgência.


Fique atento: a usinagem dos discos reduz a espessura da pista de frenagem, e portanto a sua vida útil.

Os discos de freio FREMAX contam com a tecnologia STOP & GO no acabamento das pistas de frenagem. Homologado pelas maiores montadoras de veículos, esta tecnologia propicia um assentamento mais rápido das pastilhas de freio sobre os discos assegurando um excelente coeficiente de atrito desde o início.


7. CHUVAS EMPENAM DISCOS?

Falso: Nas frenagens comuns em trânsito urbano, o sistema de freio não é utilizado em condições severas e não elevam demasiadamente a temperatura do disco, com isso as chuvas normais não são capazes de causar empenamento.


Todavia, em situações onde o disco de freio está superaquecido, em decorrência da utilização excessiva em frenagens constantes e/ou agressivas, o mergulho da roda em poça d’água grande pode causar choque térmico e, por consequência, o empenamento do mesmo. Isso ocorre devido à variação na dilatação térmica em diferentes seções da peça, como por exemplo: encontro de paredes grossas e finas.


A liga CARBON+ desenvolvida pela FREMAX possui maior condutibilidade térmica, reduzindo o superaquecimento do sistema de freio, e portanto reduzindo a possibilidade de ocorrência do empenamento dos discos por choque térmico.